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Série II / Número 150 / Volume 42
Janeiro 2018
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Há dois assuntos com relevância para os membros da Sociedade Portuguesa de Química que vos quero dar a conhecer:

1. Sociedade Europeia de Química (European Society of Chemistry, EuChemS)
Como já indicado numa das minhas comunicações anteriores, o nome, acrónimo e logo da EuChemS irá ser alterado a partir do 7th EuCheMS Chemistry Congress que terá lugar em Liverpool de 26 a 30 de agosto de 2018.
Deixamos de ser a Associação Europeia de Ciências Químicas e Moleculares para passarmos a ser a Sociedade Europeia de Química. O acrónimo passa a ser EuChemS em vez de EuCheMS.

2. ChemPubSoc Europe

Em 2013 a ChemPubSoc Europe (www.chempubsoc.eu) decidiu estabelecer o programa ChemPubSoc Europe Fellows com o objetivo de homenagear aqueles que contribuam forte e extraordinariamente para esta associação de sociedades europeias e que desempenhem funções relevantes para pelo menos uma das suas sociedades membros.


Sucesso de participação portuguesa no EFCATS
Young Scientist Contest


É com dois livros dedicados a Max Perutz e Francis Crick que a coleção “Dos Átomos e das Moléculas”, de Raquel Gonçalves-Maia, editada em Portugal por Edições Colibri e no Brasil pela Livraria da Física, chega aos 4.º e 5.º volumes. 


A conversão seletiva da biomassa é de extrema importância industrial no sentido de contribuir para a substituição dos combustíveis fósseis e para a produção sustentável de compostos com elevado valor acrescentado.


Entre os diferentes gases com efeito de estufa, o dióxido de carbono é apontado como um dos principais responsáveis pelas alterações climáticas das últimas décadas. Muitas estratégias têm sido propostas para mitigar as emissões de CO2, como a sua captura e armazenamento e a sua utilização


A luciferase do pirilampo catalisa a reação da emissão de luz na qual é formado um produto num estado excitado. Enquanto que esta reação é relativamente bem descrita, o mecanismo pelo qual o bioluminóforo é produzido e a cor é controlada tem permanecido desconhecido. Esta revisão fala sobre o conhecimento atual da bioluminescência do pirilampo.


A descoberta de moléculas capazes de reverter o fenómeno de multirresistência aos agentes antitumorais utilizados clinicamente constitui uma das abordagens mais promissoras para aumentar a eficácia dos tratamentos de quimioterapia.


Uma investigação sobre a evolução da Química Verde (QV) nos seus primeiros 25 anos de existência [1], comemorados em 2016 [2], envolveu a recolha exaustiva de bibliografia sobre os acontecimentos que levaram à sua emersão, no início da década de noventa do século passado (1991), e subsequente desenvolvimento inicial nesta década.


O que é baquelite?”, pergunta o repórter aos transeuntes em Nova Iorque. Assim começa o documentário “All Things Bakelite: The Age of Plastic”. Ninguém sabe responder; e, no entanto, todos vivemos na “Era do Plástico”, iniciada por Leo Hendrik Baekeland com a invenção do primeiro plástico sintético: baquelite. Corria o ano de 1907.


O teatro e a ópera desde bem cedo retrataram os intervenientes na cena científica, não raramente sob o prisma da desconfiança ou do sarcasmo, contribuindo para uma imagem pública dos cientistas nem sempre muito positiva.
Nas últimas décadas, porém, os temas da ciência, e em particular os da química, têm sido tratados a um nível mais sério e com uma focalização na humanidade dos seus protagonistas, o que poderá responder pelos grandes sucessos de público e de crítica de algumas obras.


A atividade proposta nesta edição pretende demonstrar as reações endotérmicas e exotérmicas.


XXIV Encontro Luso-Galego de Química
VII Encontro da Divisão de Ensino e Divulgação da Química


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