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Série II / Número 69 / Volume
Junho 1998
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A crescente preocupação no que respeita à utilização de substâncias perigosas ou potencialmente perigosas em laboratórios de ensino da química ou investigação, é sobejamente justificada, e deverá traduzir-se numa mobilização, com vista à identificação dessas substâncias e das circunstâncias de risco, com o objectivo de aumentar a segurança dos que a elas estão expostos.
No primeiro artigo desta série [ 1 ] foram introduzidos alguns conceitos cujo conhecimento poderá diminuir o risco em trabalhos experimentais de química, se implementadas as medidas de segurança adequadas.

Trabalhar em Bioquímica é decifrar os segredos mais misteriosos da natureza pelos recursos da inteligência humana; passaram contudo os tempos, em que o sábio, meditando no seu gabinete, resolvia de olhos fechados o problema eterno da vida. O investigador actual já não adivinha enigmas nem argumenta com a própria autoridade e a dignidade dos seus antecessores... não basta penetrar como anatómico no labirinto do corpo animal, nem herborizar como um botânico, para se fazer ideia das reacções químicas complicadíssimas que se dão nas células...


Reconhecendo que o processo de exames do ano lectivo 1996/97 é autónomo em relação ao processo correspondente do ano anterior, não deixa no entanto de ser oportuno estabelecer algum paralelismo entre ambos, na medida em que todas as actuações terão sido movidas por uma enorme vontade de melhorar significativamente em relação ao ano de 1995/96, de transição em vários aspectos e que teve, se não outros, o mérito de revelar deficiências e portanto promover urna maior qualidade do processo de ensino-aprendizagem avaliação.


A descoberta da região infravermelha (IV) do espectro electromagnético ficou a dever-se ao astrónomo W. Herschel, em 1800, por acaso e sem que a descoberta o interessasse particularmente [l 1
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