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Série II / Número 142 / Volume 40
Setembro 2016
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Neste número do QUÍMICA, Boletim da SPQ, verifica-se algo curioso: um trio de fiéis colabores que marcou presença, por convite, no primeiro número da responsabilidade desta equipa editorial (número 129), agora de forma totalmente espontânea volta a estar presente na última edição que leva a nossa assinatura. Refiro-me aos Professores Raquel Gonçalves-Maia, Jorge Calado e Peixoto Cabral. Coincidência, poder-se-á dizer, mas não deixa de constituir uma forma harmoniosa de encerrar um ciclo. Um ciclo que ao longo de mais de três anos revelou vários desafios e oportunidades que a todos nós que participámos neste projecto editorial enriqueceu.​


- OLIMPÍADAS DE QUÍMICA JÚNIOR 2016 – FEUP/DEQ
- NOVA PARTICIPAÇÃO HONROSA NA EUSO 2016: OURO PARA
PORTUGAL!
- 12.º ENCONTRO NACIONAL DE QUÍMICA-FÍSICA E 1.º SIMPÓSIO
DE QUÍMICA COMPUTACIONAL


João Rodrigues obteve o doutoramento em Química/ Química Inorgânica pela Universidade de Lisboa (FCUL), em 1999, sob a orientação da Professora Maria Helena Garcia. Actualmente
é Professor Auxiliar na Universidade da Madeira e responsável pelas áreas de química inorgânica e organometálica, nanoquímica e nanomateriais


A química também tem um lado negro. Escondidos nas profundezas dos oceanos ou mesmo nos nossos jardins há compostos cuja toxicidade deixa qualquer químico nervoso. Os relatos por envenenamento acompanham a nossa História, mas para além dos venenos há outros compostos igualmente temíveis. Explosivos, corrosivos, malcheirosos, amargos ou picantes, a química tem todos os ingredientes para um verdadeiro inferno. Mas... quem tem medo da química kamikaze?


A nanotecnologia tem como objetivos a conceção, construção e manipulação de sistemas cujas unidades fundamentais apresentam dimensões da ordem dos nanómetros. 


Do final do século XVI a inícios do XVIII assistiu-se a um enorme desenvolvimento das artes e da ciência, cujos principais atores e obras se mencionam, especialmente no respeitante à pintura. Discutem-se os pigmentos usados, as suas principais características e métodos de preparação, focando sobretudo a atenção nos novos pigmentos.


A contribuição de Linus Carl Pauling para o avanço da ciência foi notável, na química em particular. O seu livro “The Nature of the Chemical Bond”, cuja primeira edição data de 1939, foi o livro de ciência mais citado no século XX e o livro de química mais influente de todos os tempos.


Quem são os pioneiros? Quando ou como tudo começou? Para os Gregos, no princípio era o Caos. Rebel, Rameau e Haydn puseram em música o desembrulhar do caos (e a luta dos quatro elementos para se separarem uns dos outros).


Ainda que durante o Renascimento o galenismo tenha gradualmente sido substituído pelas teorias iatroquímicas e iatromecânicas, em Portugal, no entanto, ele encontrou uma sobrevida notável, podendo ser encontrado como paradigma aceite até ao final do século XVIII.


Os autores fazem uma breve comparação entre o curso de boticários da Universidade de Coimbra antes e depois da reforma da Universidade de Coimbra de 1772. Depois abordam a importância do Laboratório Químico da Universidade de Coimbra no curso dos boticários e mostram a importância da química na formação dos boticários portugueses entre 1772 e 1836.


Este artigo analisa os fundamentos práticos do debate científico sobre o ar respirável e o impacto que esse debate teve na opinião pública europeia, no século XVIII.


Este artigo descreve a conceção, construção e operação de uma nova unidade volumétrica/manométrica para medição do equilíbrio de adsorção monocomponente em fase gasosa.
A instalação experimental de baixo custo e fácil operação é utilizada em estudos de química-física de superfícies e no desenvolvimento de processos de separação por adsorção física


A actividade proposta nesta edição pretende demonstrar uma reacção que irá parecer quase mágica o relógio de iodo. Esta reacção é bastante utilizada para ilustrar o conceito transformação química e também de velocidade da reacção. 


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