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Série II / Número 133 / Volume 38
Junho 2014
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A literatura infanto-juvenil, que nesta edição nos surge no artigo “Raposas matreiras, bonecas cientistas e cavaleiros que adoecem por apanhar sol: a Química na literatura para jovens”, pode constituir uma via eficaz para apresentar, de modo “indolor”, temas da Química a públicos jovens.


10.ª Conferência de Química Inorgânica da SPQ; Prémio PYCA – Gradiva 2014; 4th Portuguese Young Chemists Meeting, Coimbra, Maio de 2014; Final das Olimpíadas de Química Júnior 2014 Universidade de Coimbra; European Young Chemists Network – 9.ª Assembleia de Delegados;


Em 2014 cumpre-se o centenário da entrega do Prémio Nobel da Física a Max von Laue pela descoberta da difração dos raios X pelos cristais.


O cancro é uma das principais causas de morte em todo o mundo e segundo a Organização Mundial de Saúde este número aumentará de 7,9 para 11,5 milhões até 2030.


As nanopartículas fluorescentes têm sido um dos principais focos de pesquisa e desenvolvimento devido às suas propriedades ópticas e químicas


A síntese de compostos orgânicos cada vez mais complexos tem levado ao aumento do número de poluentes que subsistem após os processos convencionais de tratamento biológico de águas residuais.


Os catalisadores de automóvel desempenham um papel importante no tratamento dos gases de escape dos veículos, minimizando as emissões de substâncias nocivas para o ambiente. No final do seu ciclo de vida constituem resíduos que devem ser reciclados, não só por razões ambientais, mas também económicas e de conservação de recursos.


A presença da Química na Literatura encontra-se muito para além das referências directas a esta Ciência que aparecem em obras literárias através de compostos e processos químicos, ou de personagens que se dedicam à Química ou a evocam
O químico Francisco Mendes Cardoso Leal Júnior (1798-1867), hoje quase desconhecido, foi, provavelmente, o primeiro preparador de Química da Escola Politécnica, mas também farmacêutico, funcionário da Casa da Moeda e proprietário de um laboratório de Química aplicada às artes, entre outras actividades químicas.

Nesta contribuição descreve-se uma actividade experimental de realização simples, por nós criada e desenvolvida, envolvendo material facilmente acessível em qualquer laboratório escolar, que consiste na determinação da entalpia de vaporização da água, à pressão ambiente. Envolvendo materiais de aquisição fácil e económica, esta actividade enquadra-se perfeitamente no âmbito da disciplina de Física e Química A – nível 1.


O papel é feito a partir da madeira das árvores. A madeira é desfeita em fibras pequenas – a polpa de madeira. Esta polpa é lavada e pressionada de modo a obterem‐se as folhas de papel.


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